Arquivo para a categoria 'Uncategorized'

29
Jun
09

Mario Sérgio Cotella e Monja Coen Em Salvador

Caros. Imperdível a palestra de Mário Sérgio Cortella e Monja Coen em Salvador dia 13 de julho. Confiram no site: www.cinrh.com.br ou entrem em contato conosco pelo telefone: 71 3172 8500.

Mario Sergio Cortella (ca. 1954) é um filósofo brasileiro, mestre e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde também é professor-titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da pós-graduação em Educação (Currículo), além de professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP.

Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992) e é autor, entre outros livros, de A Escola e o Conhecimento, Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille, Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas e Não Nascemos Prontos!.

Fez o programa “Diálogos Impertinentes” na TV PUC, no Canal Universitário.

MONJA COEN:

Monja Coen Sensei é missionária oficial da tradição Soto Shu – Zen Budismo com sede no Japão e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com sede em Pacaembu.

Iniciou seus estudos budistas no Zen Center of Los Angeles – ZCLA. Foi ordenada monja em 1983, mesmo ano em que foi para o Japão aonde permaneceu por 12 anos sendo oito dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.

Participou de vários cursos e programas de formação para monges tendo se graduado no mestrado da tradição Soto Shu.

Retornou ao Brasil em 1995, e liderou as atividades no Templo Busshinji, bairro da Liberdade, em São Paulo, e sede da tradição Soto Shu para a América do Sul durante seis anos. Foi, em 1997, a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.

Participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.

Inspira-se na frase de Mahatma Gandhi:
Temos que ser a transformação que queremos no mundo.

11
Fev
09

Conheça os 4As de raimar richers

Raimar Richers desenvolveu os 4As para conceituação de marketing. Podemos conferir sua contribuição citando cada um desses conceitos:

  1. O Primeiro A de Análise: essa é a primeira etapa de levantamento de informações que contribuirão para as estratégias da empresa. Os aspectos a serem analisados são os de macro e microambiente. Ou seja, análises de cenários econômicos, políticos, psicográficos, tecnológicos, sociais, e demais. Além de identificar as oportunidades e ameaças externas à empresa resultantes desses cenários. Não esquecendo a avaliar e reconhecer as potencialidades e limitações internas que compõem o cenário da empresa, tais como: Funcionários, fornecedores, parceiros, recursos financeiros, capacidade produtiva, enfim. Todos esses aspectos devem ser observados, levantados e analisados a fim de evitar o menos risco possível no momento de tomar decisões estratégicas.
  2. O segundo A é o de Adaptação: Em um mercado de profundas mudanças mercadológicas em pouco espaço de tempo, se faz necessário que a capacidade de adaptabilidade às mudanças estratégicas seja um ponto marcante e constante na empresa. Segundo Richers após a organização ter em mãos as informações analisadas do macro e microambiente deverá montar suas estratégias quanto ao seu composto de produto, seu preço, suas estruturas promocionais e seus canais de distribuição.
  3. O Terceiro A é o de Ativação: Esse é o ponto dos “nove fora” o ponto de averiguar se as estratégias contribuíram para a aceitação ou não do produto no mercado. È o momento em que o produto é colocado em contato físico com o cliente/consumidor. Lembrando que quando se fala em venda englobamos os canais e consumidores finais, os elos da cadeia de distribuição.  O objetivo desta etapa é que as duas primeiras se transformem em vendas.  É exatamente nesta fase que devemos prestar atenção nas taxas de recompensas, nos ROI…dentre outros. Segundo Richers “é na ativação que os pontos fortes e fracos da empresa são mostrados ao mercado (entenda-se clientes, consumidores finais, concorrência e público em geral)”.
  4. O Quarto A de Raimar Richers é o de Avaliação: Esse é o ponto crucial, toda avaliação deve ser feita para medir a relação entre os esforços despendidos e retornos alcançados.  È na avaliação que verificamos: Volume de vendas; aceitação da marca; aceitação do produto; perfil do cliente/consumidor; embalagens, preço, pontos de vendas, atendimento, gestão de canais e gestão interna da empresa…

Sugestão de leitura: Administração Estratégica de Vendas e Canais de Distribuição. Editora Atlas 2002. José Luis Tejon Megido e Charles Jonh Szulcsewski.

07
Jan
09

Estratégia em Ação: Planejamento estratégico de marca, marketing, comunicação e desenvolvimento de canais.

17 de Setembro de 2008

Posicionamento de produtos e serviços

Por: Publicado por Nori Lucio Jr. às 19h42

 

Planejamento significa pensar na frente. O portfólio de uma empresa é na prática um conjunto de unidades de negócios independentes que, juntas, representam a empresa em seus aspectos de vendas, marketing, financeiro e operacional.

Se pudéssemos tirar uma fotografia das unidades de negócio, teríamos na foto a imagem das competências essenciais ou forças desta empresa no mercado. E, Dependendo do estágio de maturação do produto, uma unidade de negócio pode, por exemplo:

  • Receber mais investimentos em marketing e vendas;
  • Redefinir estratégia de produtos;
  • Descontinuar produtos.

Existem duas ferramentas simples e práticas que auxiliam tanto no mapeamento quanto no gerenciamento durante a evolução decorrente do ciclo de maturação natural dos produtos e serviços.

A gestão cuidadosa e disciplinada em cada fase, ou ciclo, evita surpresas como: deterioração natural do portfólio, perda de participação de mercado, perda de receita de vendas, etc

Leia mais

18
Dez
08

2009: O ano das oportunidades

2009: O ano das oportunidades

18 de Dezembro de 2008 @ 10:23 por Pedro Luiz Roccato

O último quarter de 2008 foi realmente turbulento. Acredito que palavra mais freqüente utilizada e ouvida tenha sido “crise”. Gostaria de propor um desafio a meus queridos leitores do blog e de minha coluna mensal na Revista CRN: vamos falar menos de “crise” para não fortalecê-la e vamos utilizar mais a palavra “oportunidade”, com o intuito de tornar o ano de 2009 um ano realmente repleto de oportunidades.

Oportunidade de reinventar nosso negócio, oportunidade de conquistar novos clientes, fortalecer alianças com cada elo da cadeia de vendas e distribuição (fabricantes, operadoras de telecom, distribuidores, revendedores, VARs, integradores e ISVs). Oportunidade de entendermos nossos clientes finais e ao invés de focarmos neste ciclo vicioso e vencido de vender produtos, possamos antever as necessidades de nossos clientes e propor soluções para seus principais problemas através da venda consultiva!

Não acredito que teremos um ano fácil, pois os todos estarão mais receosos para realizar qualquer tipo de investimento, com sua lista de prioridades totalmente revista. Porém, este novo cenário somente significa que muitos não estarão pré-dispostos a comprar, cabendo a você e sua equipe um esforço maior, bem como o desenvolvimento de competências que o diferenciem dos demais concorrentes na oferta de soluções para os problemas dos clientes finais e não mais produtos apenas. Afinal em momentos de retração, nosso foco muda. Pensamos duas ou mais vezes antes de contrair uma despesa. Porém, quando você está capacitado a argumentar provando os benefícios que a contratação irá proporcionar ao cliente, tudo pode mudar. Afinal, podemos não estar dispostos a gastar, mas todos nós queremos reduzir custos e melhorar a produtividade e rentabilidade de nosso negócio. Caso você consiga provar que o investimento sinaliza retorno interessante, todos nós estaremos dispostos a ouvir. Mas lembre-se que para resolver este desafio você precisa conhecer muito bem os problemas dos clientes finais e as soluções possíveis através do elevado conhecimento dos produtos e suas aplicações.

12
Nov
08

Principais etapas no processo de administração de marketing – Segundo Philip Kotler

Como em qualquer outra área os profissionais de marketing tem sua própria maneira de pensar. Essa maneira de pensar conduz os profissionais de marketing a atuarem no mercado através de processos que são fundamentais para obtenção de resultados eficazes nas ações de marketing. Olhando a figura abaixo você poderá perceber que cada parte do quebra-cabeça está composto por algumas letrinhas, e ao lado a palavra CONTROLE. Essas iniciais, em destaque no quebra cabeça juntamente com o ”C” do controle, compõem as 05 etapas do processo  estratégico de administração de marketing, segundo Philip Kotler, EM MARKETING PARA O SÉCULO XXI: Como criar, consquistar e dominar mercados, p 46, essas são elas:

PM = PESQUISA DE MERCADO
SDP = SEGMENTAÇÃO, DEFINIÇÃO DE PÚBLICO ALVO E POSICIONAMENTO
MM = MIX DE MARKETING ( POPULARMENTE CONHECIDO COMO OS QUATRO Ps, OU SEJA, PRODUTO, PREÇO, PRAÇA E PROMOÇÃO)
I = IMPLEMENTAÇÃO
C = CONTROLE

quebra-cabeca1

Ainda segundo kotler, o marketing para ser eficaz deverá começar pela pesquisa de mercado (PM). É com a pesquisa que os Segmentos (SDP) são revelados,sinalizando vários tipos de compradores e seus pérfis. Após a segmentação, as empresas estarão mais “aptas” a Definirem (SDP) melhor seu público alvo, pois, presume-se desta forma que é mais aconslhável oferecer produtos para mercados focados e bem definidos. De acordo com cada segmento a empresa terá que definir o Posicionamento (SDP) de seu produto/serviço, ou seja, em que pontos de vendas o produto será atraído e conduzido às mãos do consumidor final?

É no SDP que o marketing estratégico concentra as suas ações. Pois, como criar um produto e disponibilizá-lo da melhor forma se a empresa não fizer uma pesquisa do mercado em que deseja atuar, se não definir o seu público alvo para melhor se posicionar, satisfazendo as necessidades e expectativas dos consumidores?

Definidas essas duas primeiras etapas  estratégicas (PM) e (SDP) o próximo passo seria desenvolver um plano tático, onde as demais tarefas irão consistir em decisões relacionadas a: Produto, Preço, Praça, Promoção (MM). Definidas essas tarefas relacionadas, o próximo passo é Implementação (I). Concluído este ciclo, a empresa deverá realizar o controle (C) com a finalidade de mapear, monitorar e avaliar os resultados, objetivando maior eficiência quando o ciclo recomeçar: Estratégia SDP e tática MM.